Você não precisa enfrentar tudo sozinha.
Talvez você tenha chegado até aqui porque sente que alguma coisa precisa mudar.
Talvez esteja cansada de repetir os mesmos padrões, carregar culpas que não entende ou viver tentando dar conta de tudo.
Seja qual for o motivo que trouxe você até aqui, quero que este espaço seja mais do que um site.
Quero que ele seja o começo de uma conversa.
Talvez você se reconheça nisso
Você tem dificuldade de ficar sozinha, e quando está, a ansiedade aparece.
Você muda de comportamento conforme as pessoas ao redor, e raramente sabe o que realmente quer.
Você precisa de aprovação constante para se sentir segura.
Seus relacionamentos são exaustivos, você dá muito e sente que nunca é o suficiente.
Você sente culpa quando tenta colocar a si mesma em primeiro lugar.
Você vive emocionalmente cansada, como se estivesse sempre administrando as emoções dos outros.
Você tem dificuldade de dizer não, e quando diz, sente que decepcionou alguém.
Há uma sensação constante de que você não sabe mais quem é fora das relações.
Você teme que, se parar de se adaptar, vai perder as pessoas que ama.
A forma como enxergo a terapia
Ao longo dos anos, percebi que muitas mulheres chegavam ao consultório sabendo exatamente o que gostariam de fazer diferente.
Elas queriam colocar limites.
Confiar mais em si mesmas.
Parar de se cobrar tanto.
Viver relações mais leves.
O problema não era falta de consciência.
Era que existiam formas muito antigas de funcionar que continuavam organizando suas escolhas.
Foi isso que transformou completamente a maneira como conduzo meu trabalho.
Hoje, mais do que aliviar sintomas, busco compreender a lógica que sustenta cada história.
Porque acredito que mudanças começam quando conseguimos olhar para nós mesmas com mais clareza, acolhimento e menos culpa.
Talvez você tenha aprendido a viver assim.
Sem perceber.
Aprendeu que era melhor evitar conflitos.
Que precisava ser forte.
Que decepcionar alguém era perigoso.
Que demonstrar necessidade poderia afastar as pessoas.
Com o tempo, essas formas de se proteger deixaram de parecer estratégias.
Passaram a parecer personalidade.
E talvez seja por isso que, hoje, você se cobre tanto para mudar comportamentos que parecem acontecer automaticamente.
Na terapia, não começamos perguntando "como fazer diferente".
Começamos perguntando:
"Como você aprendeu que precisava viver assim?"
Quem vai caminhar com você
A psicologia não foi um sonho de infância.
Durante muito tempo imaginei caminhos completamente diferentes. Pensei em cursar Odontologia, Arquitetura… mas a vida me levou para outro lugar.
Entrei na faculdade de Psicologia sem a imagem clássica de quem já havia lido Freud ou sempre soube que queria compreender a mente humana. E, curiosamente, foi justamente ali que encontrei um caminho que nunca mais deixou de fazer sentido.
Quando olho para minha história, vejo uma vida marcada por recomeços. Sou de Dourados (MS), onde me formei em Psicologia. Antes mesmo da graduação terminar, comecei minha trajetória na área de Recursos Humanos. Trabalhei durante anos com pessoas dentro das organizações, até perceber que havia algo que despertava muito mais a minha curiosidade: a forma como cada pessoa construía sua maneira de viver, de se relacionar e de enfrentar a própria história.
Foi assim que comecei uma nova transição profissional. Depois deixei Curitiba e recomecei minha vida em Florianópolis. Sozinha, sem conhecer a cidade, sem garantias. Apenas com a convicção de que algumas mudanças exigem coragem antes de oferecer qualquer segurança.
Talvez por isso eu acredite tanto que coragem não é ausência de medo. Coragem é continuar caminhando mesmo quando o medo acompanha cada passo.
Foi olhando para as minhas próprias experiências e para as histórias das mulheres que passaram pelo consultório que comecei a perceber algo que se repetia: muitas chegavam dizendo que o problema era o relacionamento. Mas, aos poucos, compreendíamos que a questão não estava apenas na relação com o outro. Ela também estava na relação que haviam construído consigo mesmas.
Hoje acompanho mulheres que desejam compreender seus padrões emocionais, desenvolver relações mais saudáveis e construir uma vida em que não precisem abandonar a si mesmas para manter um vínculo.
Minha prática clínica é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na Terapia Comportamental Dialética (DBT), aliando conhecimento científico a uma escuta cuidadosa, ética e profundamente humana.
Fora do consultório, divido a vida com o Thorzinho, encontro prazer nos cafés, nas plantas e no hábito de observar o pôr do sol. Depois de tantos recomeços, aprendi que uma vida boa não é aquela em que tudo acontece como planejamos, e sim aquela em que conseguimos continuar escolhendo quem queremos ser.
Como acontece esse processo?
Talvez a terapia comece antes da primeira sessão.
Ela pode começar quando você encontra uma pergunta que muda a forma como olha para si mesma.
Se, em algum momento desta leitura, você sentiu que minhas palavras fizeram sentido para a sua história, talvez seja um bom momento para conversarmos.
Um espaço para compreender, e não apenas suportar.
A terapia é um convite para olhar com mais clareza para a sua história, compreender os padrões que se repetem e construir formas mais saudáveis de se relacionar consigo mesma e com os outros.
Cada processo acontece no seu tempo, respeitando quem você é, sua história e o momento que está vivendo.
Meu papel não é dizer como você deve viver. É caminhar ao seu lado para que você possa fazer escolhas cada vez mais conscientes e alinhadas com aquilo que realmente faz sentido para você.
Como acontecem os encontros
As sessões têm duração de 50 minutos e acontecem semanalmente, de forma online.
Esse encontro semanal cria um espaço seguro para refletir, compreender suas experiências e acompanhar, com continuidade, as mudanças construídas ao longo do processo terapêutico.
Como conduzo o processo
Minha prática é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na Terapia Comportamental Dialética (DBT).
Mais do que trabalhar apenas os sintomas, procuro compreender a história que existe por trás deles.
Ao longo do processo, investigamos os padrões que sustentam o sofrimento, desenvolvemos novas formas de lidar com as emoções e construímos relações mais saudáveis consigo mesma e com as pessoas ao seu redor.
A terapia não acontece por meio de respostas prontas, mas através de uma construção conjunta, baseada em escuta, presença e responsabilidade emocional.
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Talvez esse seja o momento de olhar para si mesma com mais honestidade e cuidado.
Dar início a um processo terapêutico é um ato de responsabilidade consigo mesma. Se você chegou até aqui, algo em você já sabe que está pronta.
Vamos conversar